Escolher bem um sistema de segurança e a empresa que vai prestar os serviços de vigilância é o ponto fundamental para obtenção de bons resultados. De nada adianta ter modernos equipamentos, se estes forem instalados sem qualquer critério. Neste caso, o sofisticado sistema de segurança não demorará muito para revelar-se uma grande dor de cabeça. Para evitar esses e outros dissabores é fundamental que se realize um projeto de segurança. A experiência de técnicos especializados no assunto evita que dinheiro seja desperdiçado e que o equipamento instalado não funcione adequadamente e, quando muito, utiliza apenas metade de sua capacidade.
Com a venda em larga escala de sistemas de segurança, câmeras, alarmes, sirenes, travas de seguranças, multiplexadores, entre diversos outros equipamentos facilmente encontrados no mercado, muitas pessoas passaram a utilizá-los sem o menor critério. Mal instalados, alem de comprometer a segurança, esses sistemas tornam-se totalmente ineficientes e, o mais agravante, passam uma falsa sensação de tranqüilidade.
Em Fortaleza, por exemplo, a nova moda dos moradores é utilizar muros com cercas pulsativas, costumeiramente chamadas de eletrificadas. A colocação de cercas elétricas clandestinas pelos moradores, ou pessoas não qualificadas, já resultou inúmeros problemas, como o caso ocorrido no dia 17 de março de 2003, onde duas pessoas morreram eletrocutadas numa residência em Caucaia. As vítimas, um adolescente de 13 anos e um vendedor ambulante, receberam um choque elétrico mortal ao se aproximarem da casa do pintor Vicente Gonçalves da Silva, de 45 anos. De acordo com Vicente, que afirmou não ter conhecimento da gravidade do problema, a intenção era apenas de proteger sua residência de possíveis ladrões. Ele foi indiciado por homicídio.
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